Bye Firefox, Welcome Safari

Eu sempre fiquei muito puto intrigado com o excessivo consumo de memória do Firefox desde quando comecei a utiliza-lo. Às vezes alguns patches ou novas versões melhoravam um pouco, mas depois com as dezenas de plugins interessantes sendo lançados a coisa foi ficando cada vez mais complicada. Mas resisti, sempre, afinal, no linux/gtk eu não gostava do epiphany e nem do opera, então só restava mesmo usar o firefox.

Há algum tempo voltei a usar mac e então resolvi experimentar o Safari. O firefox continua a consumir seus ~900Mb de memória com aproximadamente 10 plugins e 15 abas. O mais estranho que no mac, sempre que eu estava usando o firefox uma grande quantidade de memória fica como inativa, em torno de 500Mb, logo era quase 1.5Gb de memória para usar o Firefox, um pouco complicado. Usando o Safari esses números caíram para ~200Mb de memória para o Safari e ~80Mb de memória inativa.

A primeira impressão, assim como tem sido tudo no mac é a dificuldade com os atalhos. Depois a falta do CTRL+K (no caso do mac CMD+K) pra ir pra barra de pesquisa, customizando um pouquinho consegui acertar isso. Próximo problema, plugin para o delicious, também facilmente resolvido. Firebug, e agora!? Bom, agora é abaixar a cabeça e se conformar, quando eu precisar terei que usar o firefox mesmo, até existe o Firebug Lite para Safari, mas é meio fraquinho de recursos.

As necessidades emergências estavam contempladas. Depois foram aparecendo outras coisas que estavam fazendo falta. Twitter, tentei o tweetdeck e o twhirl, mas achei todos muito pesados (+130Mb ram) e feiosos, acabei ficando com o Twitterrific mesmo, bem mais leve e funcional.

E por fim, o que me conquistou realmente. Estava sentindo falta dos bookmarks locais do firefox, principalmente os que ficam na barra de bookmarks, a minha era cheia deles, deixava o nome em branco e aparecia somente o favicon e os gerenciava com o Foxmarks. Até existe uma versão do foxmarks para o Safari, mas não aparecem os favicons na barra, então não era suficiente. Atualizei o Safari para a versão 4 beta e pronto, um recurso novo foi suficiente para suprir essa necessidade, é o Top Sites. Continuo usando o Foxmarks para gerenciar os bookmarks, mas agora com o Top Sites o que eu usava visualmente (favicons) ganhou uma melhora expressiva.

E é isso, por enquanto nada a reclamar.

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De volta ao Macintosh

Eu ainda não sou nenhum coroa, mas sou do tempo em que os computadores da Apple eram chamados de Macintosh. Durante a minha quinta série do ensino fundamental eu fui louco por um Macintosh Performa 6300, mas somente no final da sexta série que eu fui ganhar meu primeiro Macintosh: um iMac G3, foi o primeiro modelo de iMac a ser lançado, primeira linha da Apple com o PPC G3, ainda me lembro daquele monitor verdinho com gabinete embutido e todos meus amigos apavorados com o computador sem floppy-drive e com o mouse de um só botão. Época boa.

O fato é que eu usei o MacOS 8.X por alguns anos, até que o iMac ficou velho e eu o troquei por um PC. Desde então eu estava sem Mac. Semana passada consegui passar a diante o meu Sony Vaio e comprei um Macbook, edição black. Estou gostando de retornar à este ‘mundinho’, o MacOS X Leopard é muito diferente do MacOS que eu conhecia, mas a experiência está sendo muito bacana e com a ajuda de vários amigos estou conseguindo deixar as aplicações em dia e funcionando.

Por enquanto só tenho a reclamar com a falta de ambientação dos atalhos. Tenho todos os atalhos do Ubuntu/Gnome memorizados e vai ser difícil aprender os novos agora, ainda mais com o layout do teclado diferente. Mas vâmo que vâmo. E se você tiver qualquer sugestão de aplicação, configuração ou sejá lá o que for, por favor não deixe de dizer.